Franquia digital: a melhor maneira de iniciar um negócio de TI

  • 28 de agosto de 2018
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Iniciar um negócio, especialmente no Brasil, é um desafio que envolve dificuldades burocráticas, legais e econômicas – além das outras às quais todo empreendedor está sujeito em qualquer lugar, como a concorrência e as dificuldades inerente ao negócio.

O que é uma franquia digital?

Franquias seguem um modelo de negócio baseado na uniformização de processos e serviços que se beneficiam do poder da informática, essencial para a gestão dos negócios e para a comunicação entre o franqueador e seus franqueados.

Uma franquia é uma espécie de “filial licenciada” de uma empresa que possui, minimamente, uma marca de produtos ou serviços comercializáveis. Diferentemente das filiais tradicionais, uma franqueada possui dono e CNPJ próprios, subordinados pelo contrato de franchising (também conhecido como COF – Circular de Oferta de Franquia) que define as obrigações e direitos tanto do franqueador quanto do franqueado.

Hoje, chama-se de franquia digital o tipo de franquia baseado em negócios na internet ou ligados à produtos ou serviços que não necessitam de investimento em ativos físicos como lojas físicas, armazéns, centros de distribuição e até funcionários – muitas franquias digitais de sucesso adotam o modelo de home office no qual o franqueado trabalha, boa parte do tempo, em casa.

Vantagens de ser um franqueado digital

Há muitas vantagens para o empreendedor que investe no sistema de franchising para abrir seu negócio sem sair do zero:

  • Menos dificuldade para entrada no mercado: todo empreendimento tem seus riscos associados. Contudo, como a franquia é normalmente baseada em um negócio que já mostrou resultados e consolidou uma marca, há menos riscos na fase inicial de entrada no mercado.
  • Menor necessidade de investimento inicial: dependendo do tipo de negócio, ao tornar-se franqueado o empreendedor economiza com várias atividades de preparação para início da operação, do planejamento aos processos administrativos, muita coisa é “herdada” e isso diminui muito o investimento de partida do negócio.
  • Reputação da marca franqueadora: em vários casos até o nome fantasia da loja ou do negócio licenciado é o mesmo, veja o casos de redes de café (como Delta ou Starbucks) ou lanchonetes (como McDonald’s ou Burger King) – do atendimento ao produto, os padrões são mantidos em todas as unidades e os clientes confiam nas marcas, independente de quem seja o dono das lojas.
  • Maiores chances de sucesso: embora vários estudos das décadas de 90 e dos anos 2000 mostrem que a taxa de sucesso e sobrevivência de novos negócios independentes é bem menor que as  de negócios franqueados, tudo depende de uma série de fatores. No entanto, é bem mais comum vermos pequenos negócios abrindo e fechando todos os dias do que franquias de qualquer porte (da simples lojinha de estampas em camisas às grandes redes de restaurante). Alguns estudos apontam a taxas de sucesso de franquia maiores que 90% (The Franchise King,  Fin24)!
  • Criação de produtos ou serviços: criar, padronizar e inserir no mercado um novo produto ou serviço não é tarefa das mais fáceis. Por isso, optar por um negócio de franquia é ainda mais interessante, uma vez que o franqueador já teve este trabalho e fez este investimento. Toda franquia séria é baseada na qualidade e sucesso de produtos e serviços que já estão no mercado.
  • Apoio Comercial e de marketing: as melhores franquias possuem uma série de processos para facilitar a vida de seus franqueados no que tange as atividades comerciais e de marketing gratuitamente (já inclusos no contrato). Da mineração e distribuição de leads ao apoio na abordagem de clientes, o apoio da matriz é essencial e pode ser um grande diferencial na velocidade dos primeiros resultados. Além disso, muitas marcas estabelecem agressivas campanhas de marketing com partilhadas entre todos os franqueados e esses custos são bem mais atrativos do que quando são arcados individualmente.

São muitas vantagens em relação ao tradicional negócio independente, mas há também limitações e obrigações como o compartilhamento dos rendimentos (royalties) e o pagamento de uma taxa inicial de licenciamento.

Se o negócio é tão bom, porque o franqueador licencia seu negócio

Essa pergunta já passou pela cabeça de muita gente – se a marca e o negócio vão tão bem e são tão lucrativos, por que liberar seus segredos de negócio, uso de marca e seus processos para uso e benefício de terceiros?

A resposta é simples: o modelo de negócio baseado em franchising permite a expansão do negócio sem necessidade de crescimento centralizado do franqueador. Crescer sozinho significa o aumento da dificuldade de gestão,  do tamanho da empresa (em número de funcionários e esforço e despesas), da necessidade de gestão centralizada de filiais distantes, da contratação de gerentes e toda sorte de medida comum aos negócios geograficamente distribuídos. No modelo tradicional todo o risco (e também os benefícios) são todos da matriz e isso nem sempre é interessante.

Na franquia, cada franqueado é dono do seu negócio – fazendo com que a rede seja composta por pessoas normalmente muito mais comprometidas do que funcionários normalmente são. Por isso, as redes de franchising estabelecem um rigoroso processo seletivo – além da capacidade de investimento, é preciso ter perfil para empreender.

Em tempos de crise, uma das áreas que conseguem sobreviver à crises é a área de TI, especialmente a de serviços de suporte e redes. Mesmo assim, iniciar um negócio do zero requer muito esforço e um pouco de sorte. Isso faz com que negócios na área seja muito atrativos, inclusive em franchising.

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